indicações

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Este link foi atualizado pela última vez em 01 de outubro de 2000 e revisado em 20 de julho de 2005.


Este texto deverá ser citado:

Afonso JS. E-book histeroscopia. In: http://www.histeroscopia.med.br/. Acesso em:


José Sebastião Afonso


A cavidade uterina pode ser explorada pela ultra-sonografia, histerossonografia, histerografia, curetagem e biopsia do endométrio. Se existe alguma indicação para esses procedimentos, provavelmente poderá ser complementada ou substituída pela histeroscopia.

As principais indicações diagnósticas são:

Sangramento uterino anormal.

Aborto habitual.

Patologia uterina suspeita por outro método de malformação uterina, pólipo do endométrio, sinéquia, mioma submucoso com e sem componente intramural.

Follow-up de cirurgia histeroscópica, complicações na curetagem, doença trofoblástica, implante utero-tubárico e anastomose istmo-interticial.

GIFT, ZIFT, TET, FIVET. 

Metaplasia óssea do endométrio.

Amenorréia secundária e com teste estrogênico-progestínico negativo.

Dor pélvica.

Câncer.

As principais indicações cirúrgicas são:

Sinéquia.

Septo.

Pólipo.

Mioma submucoso com ou sem componente intramural.

Sangramento uterino disfuncional resistente a terapia hormonal (as técnicas de ablação do endométrio normalmente utilizadas são a eletrocoagulação - roller, a eletrorressecção associada à eletrocoagulação - loop + roller, o laser, a radiofreqüência, a hidrotermo e a termocoagulação com o balão).

Cateterismo da tuba.

Esterilização temporária (tampão de hidrogel P e tampão de Hamou) ou definitiva (tampão de borracha siliconizada).

Retirada de corpo estranho (dispositivo intra-uterino).